sexta-feira, 30 de março de 2012




"To indo, sentado, vendo as montanhas,
Lembrando que quanto mais você me perde, mais vezes você me ganha
E aquela briga ontem foi foda, eu não queria te dizer
Que eu não queria ter você,
Mas eu queria que você soubesse que eu me importo
E que eu sinto que essa chuva é o reflexo do estado do meu corpo.
E foi pensando nisso que me joguei pra cá
Pra ver se quando eu te encontrar eu faço essa chuva parar
Será que isso é possivel?
Eu sonhador demais, na entranha dor demais e essa estranha dor é mais do que saudade
É como uma necessidade
De poder ter a certeza de que não era verdade
O que você disse por telefone
Que tava na hora de eu te provar que podia ser seu homem
Que o menino que nem pode sustentar um lar
Nunca seria bom o suficiente pra tu casar.
Foi pensando nisso que eu entrei nesse busão,
Mas, talvez eu seja só um menino com uma rosa na mão
E eu te ligo no celular
Te avisando que eu to indo e te pedindo pra ir lá pra me esperar
Mas você que nunca disse que me ama
Mais uma vez desliga sem dizer, se arruma e vai pra cama
Tudo bem, dorme bem amor, te amo!
Quando acordar passa perfume que o seu homem tá chegando, vai!"
(Projota - Chuva de Novembro)


Essencial


Trouxe o teu pão
por pirraça, por esmero,
por um misto de esperança, 
costume e desespero.

segunda-feira, 19 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

Momento afago egótico xD

Situações que merecem ser lembradas:


Comentário de um membro de uma banca de processo seletivo para professor, após a saída da candidata:
"Isso sim é uma aula!".


Comentário de outro membro de banca de um processo seletivo para professor: "Você foi a melhor de todos, mas o outro candidato tinha mais título, infelizmente...".
"Por enquanto, por enquanto".

Comentário de uma colega discente, atualmente docente, sobre a lista de discussão virtual:
"Você é a Grazy?! Puxa vida, que legal! Marquei bem teu nome porque, em todas as suas participações, você fala pouco mas diz muuuito!"

Fiquei bem feliz :)



quinta-feira, 8 de março de 2012

Lançamento de livro!!!

Queridos questionadores, 
Com bastante alegria, divulgo duas obras que são muito importantes para mim, pois representam o início do início das minhas publicações institucionais, tanto como operadora do Direito, mas, especialmente, como questionadora do Direito.

Tomei conhecimento hoje de seu lançamento formal. 
Eis:

Direitos na pós-modernidade: a fraternidade em questão

Organização da Drª Josiane Rose Petry Veronese e Drª Olga Maria Boschi Aguiar de Oliveira, Editora Funjab.
Minha colaboração constitui o Capítulo 5 da obra, com o título "A fraternidade como método relacional e fundamento institucional: proposta de mudança paradigmática da percepção do ser humano acerca de si, de sua comunidade e do direito".
O seu lançamento será no dia 14 de março de 2012, quarta-feira, às 10h, no Auditório do CCJ/UFSC, Flopx, SC.
Estão todos convidados!


Direito Ambiental e Autopoiese

Coordenação do Dr. Leonel Severo Rocha e Dr. Francisco Carlos Duarte, Editora Juruá.
Colaboro com o Capítulo "A Coerência do Sistema Jurídico em Luhmann com vistas ao Fortalecimento do Direito do Meio Ambiente: uma Proposta ao Fechamento Operacional e à Abertura Cognitiva da Decisão Judicial".
O livro já está nas bancas, livrarias, sites, etc..
Quem quiser comprar, estão todos incentivados - hehe.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Teste do Sofá



Não sei se posso chamar a tentativa deste modo, mas foi como alguns conhecidos meus e eu a cunharam: teste do sofá. Tentativa, sem dúvida, pois o único teste do sofá que conheço foi o que eu mesma fiz nos sofás que eram pretendentes para mobiliar minha sala.

Há uma crise de meia e avançadíssima idade que assola alguns homens que me deixa horrorizada: estão relativamente bem colocados em suas vidas, com uma carreira relativamente próspera, uma família (se se não se debandou) relativamente estável, com um automotor que esbanje seu status imaginário (compartilhado pelo imaginarium coletivo de muitos), com trajes engravatados e engomados, relativamente de respeito.

Relativamente. Sim, porque, no menor sinal de abertura de conversa, abusam de sua hierarquia fictícia (sim, meus queridos, tudo que está criado ao nosso redor é fictício, especialmente a hierarquia) e creem poder ultrapassar o mínimo do razoável e sugerir: "então, você vai ter que fazer alguma coisa por mim...".

Abertura: qualquer abertura de sorriso é vinculada, na mente deles, a uma abertura de braços e pernas. Qualquer poder que imaginem ter é superior à vontade daqueles que lhes sejam interlocutores. Seria risível se não fosse tão ultrajante e indignante.

Não há posto profissional ou programa de estudo que me mantenha numa condição em que tenha que me calar e me sugerir que o que ele falou não é bem assim e que eu que estou enganada. Nada justifica um assédio em que um caquético inglório sonha com as "gostosinhas da graduação" e tenta se prevalecer com seu fantasioso poder de sedução e institucional.

É óbvio que todos exercem sua liberdade como bem entenderem e que eu não tenho nada a ver com isso. Aliás, quem sou eu para julgar? Sou invisível para tais pessoas e assim continuo preferindo ser: ignorem-me e juntem-se àquelas que possam convergir às suas pequenas malfadadas desventuras humanas.