terça-feira, 30 de março de 2010

Fail


Ela pensa, em agradecimento:
"Obrigada por me mostrar,
com suas atitudes,
que sua presença não é imprescindível para minha felicidade"









FAIL















XD~

segunda-feira, 29 de março de 2010

Respeito seu domínio de realidade, babe ;)

 Perceba que não tem como saber... são só os seus palpites na sua mão,
Sou mais do que o seu olho pode ver (vishhh, bem mais)
Não importa se eu não sou o que você quer (não me importa, mesmo),
Não é minha culpa a sua projeção (é problema seu)
Aceito a apatia, se vier,
Mas não desonre o meu nome (porque você não sabe nada de mim).

domingo, 28 de março de 2010

Intersecção entre os Caos Relativos VII - - por coincidência de Maturana e Pentágono


"Nós explicamos nossas experiências como nossas experiências e com as coerências de nossas experiências: explicamos nosso viver com nosso viver, e nesse sentido nós, seres humanos, somos constitutivamente o fundamento de tudo o que existe ou que pode existir em nossos domínios cognitivos.

Nossos desejos, conscientes ou inconscientes, determinam o curso que nossas vidas e o curso de nossa história humana. O que conservamos, o que desejamos conservar em nosso viver, é o que determina o que podemos e o que não podemos mudar em nossas vidas.

Nossas ações não mudarão a menos que o nosso emocionar mude. (...) Vivemos numa cultura centrada na dominação e na submissão, na desconfiança e no controle, na desonestidade, no comércio e na ganância, na apropriação e na manipulação mútua... e a menos eu o nosso emocionar mude, tudo o que irá mudar em nossas vidas será o modo pelo qual continuaremos a viver em guerras, na ganância, na desconfiança, na desonestidade, e no abuso de outros e da natureza" (MATURANA, Humberto, in Cognição, Ciência e Vida Cotidiana).

Agora, brow, escuta esse som... mas presta atenção na letra, malandro:



JUNTOEMISTURADOOOOOO!!!!

XD~






p.s.: o lápis de cor é para escrever a tua história, sacas?

Ser um popota ou não ser, eis a questão



Em outra conversa com meu sobrinho:

- Graaa, ele vai 'virá' o leão depois, né?
- Não, querido. Ele não vai virar leão porque ele é um hipopótamo. Ele tem que respeitar a natureza dele. Ele pode é virar um hipopótamo fortinho, mas não um leão forte.
- Tem que 'respeitá' a natureza dele de popota, é?
- Hipopótamo... é, sim :]

E que caos deve ser querer ser o que não se é.

;)

sábado, 27 de março de 2010

A que você se ajoelha? II

Você sabe por qual razão age como age? Você age por você ou pelos outros?

Você sabe em que época vive?
Vive-se o tempo da maior mercantilização do ser humano da história, como já bradou Joaquín Herrera Flores. Os valores defendidos pelo mundo não são os morais, os de respeito, os de amizade. São os valores monetário, de competição, de concorrência que importam.
E onde você se encaixa nessa história?
Comprando marcas, carros e motos e, com isso, constrói a sua personalidade?
Transformando seu “tempo de lazer” um “tempo de consumo”, no shopping?
Assistindo à televisão, que só sabe falar e impor mensagens subliminares e que não sabe ouvir e nem respeitar a sua diversidade?
Digitando na internet sobre individualidade e respeito, achando que isso basta para sua vida melhorar?
Tratando sua essência como objeto, modificando-a conforme as tendência da moda?

Tornaram-no dócil e útil ao sistema econômico que precisa de mais mercados, marcados abertos, consumidores ativos e força de trabalho humana passiva e alienada.
Atualmente, todos possuem os mesmos meios, as mesmas marcas, os mesmos mecanismos de defesa e de ataque – é a ditadura da uniformização obrigatória: o indivíduo consumidor é o indivíduo exemplar.
Consumidor. Previsível. Sem convicções.
Com preferências, mas sem vontade.
Preso. Obrigado a consumir para ser alguém.
Isso não é viver: isso é ser manipulado.

Pense.
Busque uma vida melhor.
Uma vida em abundância: em que você não precisa comprar... e nem se vender.

A que você se ajoelha? I

Você é sensual, sabe “valorizar” seu corpo, mostrando o que é bonito e atraente: é o clichê “o que é bonito é para se mostrar”.
Você é sexy, insinuante... seu corpo é aparelhado para despertar desejo, luxúria.
O que você busca com isso?
Qual o seu objetivo ao se tratar dessa forma?
Será que a mensagem que você emite é a mesma que você quer emitir?
Querida, seu corpo foi feito para que tenha vida, vida em perfeição, para toques sinceros e gestos amáveis, mas você o trata como pedaço de carne à venda e ao consumo, que pode ser usado, abusado... e descartado.
Suas ideais, seus pensamentos, seus anseios são para serem expressados e respeitados, mas você os abafa e se transforma num padrão, em mais uma igual, em mais uma.
Seu ser nasceu para o amor e você transmite querer sexo, querer usar, querer ser usada.
Você nasceu para fazer a diferenças, para enriquecer sua individualidade, para tornar-se um personalíssimo, mas...
Não reclame se você se sentir um lixo ou um nada – se você se trata como tal, como exigir tratamento diferente dos outros?
...
Você quer amor, você quer proteção, você quer conforto, você quer o que é real.
Saiba buscar da forma certa.

sexta-feira, 26 de março de 2010